Almanaque CultArtistas

Entrevista com Pablo Vittar

Cantora, performer, compositora e sempre em alto astral. Assim é Pabllo Vittar que tem dominado a cena brasileira como uma das grandes promessas de 2017. Ganhou notoriedade nacional com a música “Open Bar” que se transformou em uma tournée homônima. Seu álbum é recheado de influências que vão do tecnobrega, eletrônico, pop e samba. A diva esteve comigo no Tudo de Bom.TV no YouTube e parte do papo você confere aqui na Cult.

Como é ser diva?
Eu adoro! Eu sempre gostei de fazer Drag Queen, do lado feminino e eu já cantava e quando pude conciliar o canto com a Drag e trazer a “divonicidade”, as pessoas começaram a se identificar, mas no dia a dia não me preocupo, saio sem estar montada, uso o que eu gosto, não tem grilo, tiro fotos com fãs mesmo sem toda a maquiagem e não tem problema.

No último ano, sua carreira cresceu muito. Como você avalia esse movimento?
Acho que a gente colhe o que planta e eu e toda a minha equipe temos trabalhado muito e nos comprometemos que mesmo com a agenda de shows entregaríamos um álbum e saiu agora o “Vai Passar Mal” pra todo mundo ouvir. Eu e meus fãs temos uma proximidade muito grande e procuro estar bem perto deles, conversando e sabendo a opinião sobre o meu trabalho, até para saber se está agradando ou não.

A gente acompanha esta proximidade principalmente pelo seu Vlog feito pelos seus “pais”.
Sim, eu amo estar levando conteúdo para eles na internet, música, fotos e vídeos porque a resposta é muito rápida, imediata mesmo, parece que os VittaLovers não saem da internet!

Foto: Marlon Brambilla

Foto: Marlon Brambilla

Preconceito, você já sofreu e como passou por cima?
É nítido na sociedade, em todos os cantos tem preconceito. A gente fala que está acabando, mas a gente vê em todo lugar, não sou blindada só porque sou artista, claro que sofro preconceito também, seja na música ou no dia a dia, mas é muito importante ser você, focar no bom, a partir do momento que você se ama, eu sou Pabllo, eu gosto do que eu sou, as pessoas vão ter que se empenhar muito para me deixarem triste com um comentário.

Para fechar, conte tudo pra gente sobre a parceria internacional com o produtor e DJ Diplo.
Com o Diplo foi algo muito legal, porque quando eu lancei o clip de Open Bar, ele no mesmo dia retwitou nas redes sociais e entrou em contato com a minha produção e propôs a parceria. Foi muito natural e a música “Então vai”, que essa parceria é umas das minhas favoritas, porque eu sou fã dele e isso me deu um gás, porque se eu consegui fazer uma música com um cara que eu gosto tanto do trabalho, não tem barreiras para mim, o céu é o limite.

Por: Fernando Prado | Apresentador
Postado por: Filipe Medeiros | Assessor de Conteúdo Multimídia da Revista CULT

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