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Inadimplência de empresas em Uberlândia cresce 1,04% em maio

Já o número de pessoas físicas que estão em débito com algum estabelecimento aumentou  5%

O número de pessoas físicas e empresas com dificuldades em pagar as contas segue crescendo no país. Dados do Indicador de Inadimplência apurado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que, no último mês de maio, frente ao mesmo período do ano passado, cresceu 9,37% o volume de empresas que tiveram o CNPJ negativado em virtude do não-pagamento de contas. Trata-se do maior crescimento observado na série histórica desde setembro de 2016, quando a alta apurada havia sido de 9,61%. Na comparação com o mês anterior, sem ajuste sazonal, isto é, entre abril e maio deste ano, a alta da inadimplência das empresas foi de 0,73%.

Na pesquisa nacional, a alta da inadimplência entre as empresas foi puxada principalmente pela região Sudeste, cujo crescimento foi de 16,54% na comparação entre maio de 2018 com o mesmo mês do ano passado. Em segundo lugar ficou a região Sul (4,92%), seguida do Centro-Oeste (3,80%), Nordeste (2,94%) e Norte (2,10%).

Já dos dados do indicador de inadimplência apurada pela CDL Uberlândia, apontou que na cidade, a alta de inadimplência, ou seja, a inclusão de registro de empresas percebida em maio de 2018 foi de 1,04% em relação a maio de 2017. Já a inadimplência de pessoas físicas em maio deste ano, culminou num crescimento de 5% em relação ao mesmo período de 2018 a maioria dos consumidores (52%) incluídos no SPC é do sexo masculino.

Para a superintendente da CDL Uberlândia, Lécia Queiroz, o aumento do número de consumidores e empresas registrados no SPC é reflexo do cenário econômico em que o país se encontra. “As empresas possuem custos fixos mensais e a queda no volume de vendas por vários meses consecutivos, impacta diretamente na capacidade de honrar estes compromissos. Além disto, muitos acabam contando com recursos de empréstimos e financiamentos, o que pode agravar ainda mais a situação financeira da empresa dependendo das taxas de juros contratadas. Já os consumidores, enfrentam altas taxas de desemprego e redução do poder de compra, boa parte da renda pessoal e familiar está comprometida com parcelamentos, cartões de crédito e cheque especial , por isto optam por priorizar pagamento dos itens de primeira necessidade, e a dificuldade para assumir imprevistos acaba gerando aumento da inadimplência”, explica.

 

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