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Minha versão de Helena!

Helena é aquele tipo de mulher
que me surpreende a cada encontro.

Na minha coluna desta edição, conto um pouco sobre uma das minhas Helenas. Para falar de uma em especial, conto a ajuda de porções de sentimentos e boa música. Ao som de “Here Comes the Sun”, dos Beatles, mas na voz de Nina Simone. É assim a trilha para começar a falar de 23 anos de amizade. São anos de convívio, de parceira, de troca de carinhos. Esta é a filha de Teresa e Olavo Guimarães, que há muitos anos divide seu coração entre o convívio diário com as irmãs Cristina e Teresa Maria, e a distância e saudades do seu irmão Vasco, que reside nos Estados Unidos há mais de 30 anos.

Helena é uma mulher de referência em todos os sentidos. Na área do conhecimento e da educação é incansável desde cedo. No começo da carreira optou pelo curso de Economia na UFU e depois de três anos interrompeu. Casou-se e decidiu abrir mão para cuidar do que seriam os seus tesouros: os filhos. Mãe de Paulo Daniel, Ana Cândida e Ricardo, não voltou às Ciências Econômicas, mas se entregou à música. Uma paixão que carregava desde pequena. Ai, minha Helena me encanta! Eu arrepio de imaginá-la tocando Lua Branca, de Chiquinha Gonzaga. Seu dedilhar todo especial e um aprendizado pra lá de abençoado. Helena tornou-se professora e integrou o corpo docente do Conservatório Estadual ao lado de nada menos que dona Cora Pavan Capparelli, que é referência da música em Uberlândia como fundadora do Conservatório.

Helena é aquele tipo de mulher que me surpreende a cada encontro. Passam-se os anos e sua sede em aprender, em lecionar, só aumenta. Ela foi levada pelas palavras às salas do curso de Letras, sim, o seu terceiro curso na Federal de Uberlândia. Como professora, passou a ensinar inglês e o piano se tornou um encontro marcado, bem como escreveu Fernando Sabino, sempre ela a dedilhar seu piano e a encantar quem quer que te ouça. Esta é a Helena que conheço. Muitos a conhecem como Helena empresária, pessoa distinta, competente, dedicada, que está à frente de um empreendimento de muito sucesso, com três unidades na cidade de Uberlândia – a Cultura Inglesa. Nos últimos anos, entre compromissos e paixões, Helena se manteve firme no propósito de jamais parar de aprender. Ganhou da vida dois presentes divinos: seus netos Otávio e Virgílio são suas paixões infinitas. E dos filhos foi presenteada com um desafio: um saxofone, em que ela se arrisca a tocar com o mesmo empenho que dedilha seu piano.

Uma última música antes que finalize o texto:

In this world of ordinary people
Extraordinary people
I’m glad there is you

In this world of over-rated pleasures
Of under-rated treasures
I’m so glad there is you

I’m So Glad – Ella Fitzgerald.

Minha Helena, nossa Helena, é espetacular e o meu destaque nesta coluna. Lisonjeada por ter sua amizade e feliz por ter a oportunidade de conviver com ela. A você Helena, meu carinho, meu amor, meu afeto. Anos luz pra você de muitas alegrias, saúde e sucesso. A sua estrela brilha de uma maneira ímpar, bem especial!

Por: Patrícia Caetano

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