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Papo reto com DJ Thascya

Aqui, Thascya responde às perguntas feitas pelos internautas nas redes sociais, comprovando que eles estão antenadíssimos com a carreira e a vida da dj, fiéis seguidores e apaixonados por tudo o que ela faz. Confira o bate-papo.

Frederica Figueira: Como você chegou onde está? Onde estudou e como adquiriu conhecimento?
Sempre fui baladeira e um dia me despertou a vontade de fazer o curso de dj. Depois disso fui me aprimorando com a prática e pesquisando tutoriais no YouTube. Fiz curso de produção em Uberlândia e depois me mudei para São Paulo para estudar produção musical.

Mateus Andrade: Como foi produzir uma música com um cantor internacional, você no Brasil e ele no México?
A música foi produzida por mim e eu o convidei para intérprete. Apresentei a música, ele gostou e então gravou.

Ana Kaciane: De onde veio a inspiração para colocar tanta cor nesta sua nova tour? Tem algum tema?
Resolvi me reinventar e usar perucas. Quando fui ao México, nesta última tour em 2016, me deparei com uma loja com vários tipos e cores de perucas. Então comprei algumas e a partir daquele dia decidi que a nova tour seria toda colorida e com um personagem diferente, divertido e alegre. Depois disso, fiz algumas pesquisas e inclui temas da art pop e do k fashion (estilo coreano) para abrilhantar ainda mais a minha ideia.

Tamires Gama: Entre tantas cores de cabelo, se fosse pra você escolher uma para pintar de verdade, qual seria?
Eu pintaria de azul e uma vez quase pintei, mas desisti quando o meu cabeleireiro disse que destruiria o meu cabelo.

Rayane Andrade: Como foi pra você tocar no programa da Xuxa?
Emocionante, porque a Xuxa é a Xuxa, né!? A ídola mirim da minha e de muitas gerações.

Maísa Damatta de Deus: Qual foi a sensação de conhecer o David Guetta?
Ele é um grande ídolo pra mim. Foi um sonho realizado conhecê-lo e o mais incrível ainda é que depois da primeira vez que nos conhecemos, eu abri o show dele em duas turnês de anos distintos aqui no Brasil e ser reconhecida por ele é sensacional. Uma pessoa que me conquistou e superou as minhas expectativas no quesito tratamento. Hoje o admiro como profissional e ainda como ser humano.

Caah Santos: Nessa nova tour a inspiração vem de onde? Por que cabelos coloridos?
A minha inspiração nasceu da vontade de sempre apresentar um trabalho diferente ao meu público, como sempre fiz durante toda a minha carreira. E a partir daí me ocorreu a ideia de usar perucas. Os cabelos coloridos vieram para mostrar que podemos ser quem quisermos ser. Se temos vontade de sermos algo, ou alguém diferente, por que não ser? Os padrões estão embutidos na sociedade, mas tem gente que nasceu fora do padrão e deve ser respeitada por isso também.

Sabrina Miranda: Em qual país você gravará o seu próximo clipe?
Provavelmente no Brasil, mas muitas surpresas trarei pra vocês neste ano ainda.

Carol DM Carolina: Onde você comprou os seus looks para a nova tour? E aquele casaco de pelúcias, de onde é?
Comprei a maioria dos looks no México, porém o casaco de pelúcia eu já tinha, que foi customizado com a aplicação daqueles ursinhos. Os brincos da tour foram confeccionados especialmente para mim.

Karina Alves: Essa nova fase, com novo single e nova tour, mudou o que na sua carreira e trabalho atual?
Posso dizer que estou na minha fase artística mais aflorada da vida. A inspiração aqui está a mil e isso não repercute apenas no estúdio, mas também fora dele. Por isso criei um novo conceito de show, com cenário, interatividade audiovisual com o público e um estilo único e inovador. Percebi que os meus fãs adoraram a ideia, atraiu ainda mais donos de clubs e festas para levar essa nova vibe para os seus eventos e que o meu posicionamento enquanto produtora está se consolidando cada vez mais.

Alan da Cunha: Depois de ganhar tantos prêmios e tocar na Globo, o que você mais sonha hoje?
O meu maior sonho é que as minhas músicas se tornem hit nacional e internacional.

Arthur Savinon: Depois desse seu trabalho com o mexicano, você pretende se dedicar à carreira internacional?
Desde o início da minha carreira, mesmo quando eu era apenas dj, me dedico à carreira internacional e os planos continuam os mesmos quanto a isso, porém um pouco mais ousados. Mas o trabalho no nosso país também é algo que jamais está fora dos meus planos, afinal de contas aqui é onde tudo começou e fez acontecer a dj Thascya, né!?

Amanda Mesquita: Você fez alguma dieta durante a gravidez? Como recuperou o corpo tão rápido?
Não fiz dieta durante a gravidez e ainda não recuperei o meu corpo. Estou 6 quilos acima do meu peso real. Pra voltar é uma questão de tempo.

Alan Souza: Onde você já tocou e se pudesse voltar no tempo tocaria novamente?
Em Ibiza, no Club Privilege, onde já pude tocar duas vezes.

Diego Siqueira: Você já pensou em desistir da carreira? Se sim, qual o motivo?
Nunca pensei em desistir, mas já me desanimei uma vez, quando tive problemas sérios com o meu primeiro empresário.

Emanuelle Cristina: Como foi gravar o clipe de “Let’s Ride” grávida? Como você consegue guardar segredo de tanta coisa?
Se eu disser que é normal gravar um clipe grávida estaria mentindo, a não ser que o tema fosse este, né!? Porque num clipe a vontade de se sentir maravilhosa é enorme e no caso eu não me sentia maravilhosa comigo mesma. Mas foi confeccionado pra mim roupas adequadas para aquele momento da minha vida. E não guardei segredo, simplesmente não anunciei, mas sempre confirmei a minha gravidez para quem me questionava. Infelizmente, a mulher grávida é algo que as pessoas têm preconceito com tudo: para viajar, para tocar, para se exercitar, pra tudo! Então preferi fazer como fiz e faria tudo de novo.

Micael Alan: O que de mais diferente você já viu nestes 10 países onde tocou?
Uma balada onde o que é proibido é encarado como normal.

Matheus Polônio: Você pretende morar fora do Brasil?
Sim, por um tempo, mas não pra sempre!

Luana Castro: Qual é a sua filosofia de vida:
O karate-do (o caminho das mãos vazias).

Amanda Porfírio: Como foi tocar no Big Brother Brasil?
Foi um sensação única. O menor público da vida da minha pista, porém o meu maior público de todos, porque existiam milhões de telespectadores ali me ouvindo e assistindo. Bem louco e surreal. Um nervosismo estranho de se descrever. Mas uma das melhores conquistas que já tive.

Giovanna Lago: Mulheres sofrem muito preconceito nesse meio da música eletrônica?
Acredito que não mais, mas um dia já sofremos sim. Porém, os homens ainda são a maioria.

Carol Pessute: Tem algum estilista que faz seus brincos dessa nova tour?
Tenho um amigo artista incrível que confeccionou pra mim por amizade mesmo. Mas esta arte não é o foco e o trabalho dele. Por isso, nem vou citá-lo a pedido dele (tipo de artista que prefere o anonimato).

Pedro H. Rodrigues: Você pretende lançar CD como outros djs e produtores?
Claro. Mas tudo tem o tempo certo.

Danni Leal: Qual rede social você mais gosta?
Eu gosto muito do facebook, porque quem interage comigo lá são os meus verdadeiros fãs e admiradores do meu trabalho. Só de entrar na minha página já sinto o amor exalando de cada um que tá ali comigo. É coisa de louco, mas só os loucos sabem!

Yuri Gonzaga: Como foi gravar o seu novo clipe no México?
Foi desafiador. Gravamos durante dois dias seguidos, no sábado e domingo. No sábado fomos apenas para o nevado de Toluca, onde o frio estava de doer e eu com perna de fora e apenas um casaco de couro, lá subi até o ápice do nevado com a intenção de descer até a um lago que tem do outro lado, porém o vento era tão forte e o frio tão insuportável que praticamente toda a equipe desistiu de continuar a caminhada até o ápice, mas tanto eu, quanto Juan, continuamos juntos a nossos managers e cinegrafista. Foi ali que percebi o quanto o ser humano é fraco, lá no alto eu quase custava a respirar e praticamente o vento me levaria para onde quisesse, se eu não fizesse tanta força contra isso. Então, todos nós desistimos de ir até o lago por medo mesmo, ainda mais por eu estar grávida, quis recuar porque fiquei com medo de algo acontecer com a Ivy. No outro dia as gravações foram no bosque La Maquesa, que já estava totalmente agradável pra toda a equipe e fizemos as ultimas cenas lá. Foi incrível esta experiência e conhecer dois lugares lindos de Deus.

Caroline Alves: Quanto tempo você tem de carreira como dj e produtora?
Sou dj há 8 anos e produtora há 4 anos.

Aline Evans: Como surgiu a ideia de colocar kpop na sua nova tour?
Enquanto eu pesquisava sobre o meu novo conceito da tour colorida e rica em informações, me deparei com o estilo coreano, chamado como kfashion, que me trouxe algumas inspirações e com isso conheci a girl band 2NE1, que adorei e quis homenageá-las no meu show, Foi aí que entrou o kpop no novo show.

Alex Silva: Quando sairá o próximo single?
Neste segundo semestre tenho novidades pra vocês e prefiro não entrar em detalhes pra não estragar a surpresa.

Jailson Costa: Se você não fosse dj, o que seria e por quê?
Talvez seria uma infeliz amargurada com o mundo. Porque não me imagino outra coisa, e desde quando me encontrei na música, tudo foi música.

Carla Tomelin: Qual era o seu sonho antes de ser dj?
Conhecer o mundo todo. E desde quando me tornei dj comecei a realizá-lo.

Mariana Alencar: Como foi abrir o show da Beyoncé?
Euforia era o que eu sentia, porque todo mundo sabe que ela é a minha musona. E foi o primeiro show da vida que assisti dela. Uma mistura de gratidão, com me belisca pra ver se não estou sonhando e emoção. Chorei litros.

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